Sunday, December 6, 2009

Petrobraz detem já vários alugueres de extração em Portugal

Resultante do desdobramento do memorando de entendimento assinado em julho de 2006 com as empresas portuguesas Galp e Partex. Os investimentos serão da ordem de US$ 400 milhões.
A exploração petrolífera desde 2007 houve um significativo incremento na prospecção e pesquisa de petróleo em Portugal com a assinatura de 12 novos contratos de concessão:
- a 1 de Fevereiro de 2007, 3 contratos de concessão com as empresas Hardman Resources Ltd., Petróleos de Portugal - Petrogal S.A. e Partex Oil and Gas (Holdings) Corporation, em consórcio ("Hardman / Galp / Partex"), para as áreas Lavagante, Santola e Gamba, no deep-offshore da bacia do Alentejo (
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- a 18 de Maio de 2007, 4 contratos de concessão com as empresas Petrobras International Braspetro B.V., Petróleos de Portugal - Petrogal S.A. e Partex Oil and Gas (Holdings) Corporation, em consórcio ("Petrobras / Galp / Partex"), para as áreas Camarão, Amêijoa, Mexilhão e Ostra, no deep-offshore da bacia de Peniche (
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- a 3 de Agosto de 2007, 5 contratos de concessão com a empresa Mohave Oil & Gas Corporation, para as áreas Cabo Mondego-2, S. Pedro de Muel-2, Aljubarrota-3, Rio Maior-2 e Torres Vedras-3, no onshore e offshore da bacia Lusitânica (
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Monday, November 2, 2009

A futura Bolsa de derivativos em Angola

Após muitos anos de adiamentos sucessivos, o governo angolano espera conseguir avançar com a Bolsa de Valores e Derivativos de Luanda a partir do próximo ano.
"A bolsa de valores funcionará em Luanda, já tem edifício e o arranque deverá acontecer em 2010", disse Rui Xavier, ministro conselheiro da embaixada de Angola em Portugal, falando à margem de uma conferência que decorre hoje em Lisboa. Questionado sobre a legislação que permitirá operações de 'factoring' e 'leasing' por parte do sistema financeiro, Rui Xavier garantiu que este ano a sua aplicação "não será possível”, por ainda não existirem meios no país que permitam que estas operações funcionem com o rigor exigido."Pensamos que no próximo ano, se estiverem reunidas todas as condições é vontade do governo angolano que estes pacotes [factoring e leasing] sejam postos em execução", garantiu.

Wednesday, October 21, 2009

Volatibilidade dos preços do petróleo

O mercado manteve sua tendência de alta, após o barril ganhar mais de dois dólares na semana passada, disse Andy Lipow, da Lipow Oil Associates, atribuindo parte do ganho à queda do dólar e à alta nas Bolsas.
"Os preços seguem avançando diante da expectativa de crescimento da demanda, que deve ser maior no próximo ano", explicou Lipow.
O mercado também reagiu, de forma tardia, ao relatório da Agência Internacional de Energia que revisou para cima suas previsões de consumo de petróleo para 2010.
Outro fator que sustentou o mercado foi o dólar, cuja queda fez com que os investidores se voltassem para o petróleo, ouro e matérias primas agrícolas.
A volatibilidade dos preços do petróleo começa a inquietar os líderes empresariais.

Wednesday, September 16, 2009

Mercado financeiro dos derivativos

Os titulares de Economia e Finanças do G20 devem se reunir este mês em Londres. Já os chefes de Estado do grupo participarão de uma cúpula nos dias 24 e 25 de setembro em Pittsburgh (Estados Unidos). Mantega antecipou hoje em entrevista coletiva durante sua visita de dois dias a Washington que a proposta brasileira solicitará que "todas as operações no mercado de futuro sejam registradas". Além disso, o Governo brasileiro pedirá o estabelecimento de centros de compensação e liquidação similares aos que já existem em países como o Brasil e que obrigam o investidor a depositar uma garantia para cobrir suas operações com derivados. "É como ter um seguro que dá maior solidez ao mercado", explicou o ministro, que hoje discutiu essa e outras propostas com o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, com quem falou sobre os preparativos da cúpula do G20 em Pittsburgh.
o ministro disse considerar imprescindível "que se defina com clareza quem são os membros do G20". O grupo é integrado por Brasil, União Europeia (UE) e o Grupo dos Sete (G7, os sete países mais industrializados do mundo), além de Coreia do Sul, Argentina, Austrália, China, Índia, Indonésia, México, Arábia Saudita, África do Sul, Turquia e Rússia, mas outros países já expressaram interesse em fazer parte do organismo em caráter permanente, como a Espanha. Mantega evitou dizer hoje se respaldaria a entrada da Espanha e se limitou a falar que "o Brasil apoia a discussão de critérios. Nada melhor do que ter regras claras para impedir mal-entendidos de última hora", ressaltou. Além disso, insistiu na necessidade de reformar o FMI e o Banco Mundial, assuntou que debateu com Geithner e que em sua opinião também deveria ocupar um lugar destacado na agenda do G20.

Sunday, August 30, 2009

Exploração no pré-sal exigirá esforço financeiro gigantesco

Sem detalhar valores, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, afirmou que a exploração na camada pré-sal vai exigir um esforço financeiro "gigantesco" nos próximos dez anos. Ele destacou que, além do desafio financeiro com o pré-sal, será necessário o desenvolvimento de novos sistemas de produção para que a produção seja possível nos próximos anos."São desembolsos enormes, porque temos que construir infra-estrutura, os sistemas produtivos, perfurar os poços, montar infra-estrutura de navios de apoio. Tudo isso vai exigir um volume de recursos gigantesco", declarou, durante a abertura da feira Rio Oil & Gas, no Rio.De acordo com o executivo, o volume de investimentos para os próximos dez anos serão extremamente elevados diante da perspectiva de que sejam implementados diversos sistemas de produção nos campos com reservas gigantes no pré-sal."Se nós imaginarmos um custo de um sistema produtivo de 150 mil barris/dia em torno de US$ 7 bilhões, podemos fazer uma conta simples e dizer o volume de desafios que nós temos. Para cada cinco poços produtores e três injetores, precisamos de US$ 7 bilhões. Não sabemos exatamente quanto precisaremos, mas com certeza, serão muitos sistemas produtivos", comentou.

Tuesday, July 28, 2009

Pré-sal desperta interesse de estatal petrolífera de Angola



Os convênios que vêm sendo firmados há três anos entre a estatal angolana de petróleo, a Sonangol, e empresas brasileiras do setor de tecnologia da informação (TI), com programas desenvolvidos tanto em Luanda, como no Brasil, poderão ser ampliados a partir das recentes descobertas de reservas de petróleo na camada do pré-sal. A avaliação foi feita nesta segunda-feira à Agência Brasil por Élcio Rodrigues, coordenador do Seminário Brasil-Angola, que acontece na próxima semana, no Rio de Janeiro, dentro do 6º Encontro Nacional de Tecnologia e Negócios (Rio Info 2008).Segundo Rodrigues, este ano, devido às repercussões das descobertas de reservas de petróleo pela Petrobras, na área do pré-sal, um grupo de engenheiros da estatal angolana virá ao evento especificamente para fazer apresentações sobre necessidades de seu país e em que segmentos eles têm interesse em investir nos próximos dois anos. Há a possibilidade de intensificar as parcerias já estabelecidas nos últimos anos com fornecedores brasileiros. De acordo com avaliação do coordenador do seminário, as principais áreas em tecnologia da informação (TI) do Brasil que despertam interesse para a Sonangol, atualmente, são telecomunicações, segurança empresarial e programas de compras eletrônicas.

Tuesday, June 30, 2009

Distribuição de royalties do petróleo do pré-sal brasileiro ainda sem definição

Pela Constituição, os estados e os municípios possuidores de áreas petrolíferas produtoras são beneficiados com os royalties por serem afetados pela exploração do petróleo - o que demanda investimentos em infraestrutura e traz danos ambientais. O modelo atual prevê que 50% dos royalties e as participações especiais sejam recolhidos para a União (40% para o Ministério de Minas e Energia e 10% para o do Meio Ambiente), 40% aos estados produtores e 10% aos municípios.
A distribuição dos royalties faz parte das discussões sobre o marco regulatório do pré-sal, que deve ser anunciado na próxima semana e enviado ao Congresso na forma de lei ordinária com caráter de urgência. Mais duas leis referentes ao pré-sal serão encaminhadas simultaneamente: uma criando um fundo social, com recursos que a União receberá pela exploração do petróleo, e outra criando uma nova empresa estatal para gerir os recursos do petróleo da camada pré-sal.